sexta-feira, 21 de abril de 2017

PROJECTAR #53



A 53.ª sessão da actividade PROJECTAR propõe uma viagem às origens do Românico, com uma visita à Abadia de Sainte Foy em Conques (França), e do Gótico, com a história da construção da Catedral de Colónia (Alemanha), e terá lugar no auditório (projecto do arquitecto Viana de Lima) do Mosteiro da Batalha, já no próximo dia 4 de Maio, pelas 19h00.



Ambos da série Architectures, o primeiro é dedicado à Abadia de Sainte Foy de Conques, e foi realizado por Stan Neumann em 2004:

A Abadia de Conques é uma das obras mais importantes construídas na França do século XI.

A Abadia de Conques é uma das obras mais importantes construídas na França do século XI. A sua coerência, a sua localização (uma pequena aldeia da antiga província de Rouergue fora dos grandes eixos de circulação medievais), o seu aspecto inovador e o seu estado de conservação fazem dela o melhor exemplo para abordar a arquitectura românica em França. Stan Neumann explora o edifício desmontando pelo caminho algumas ideias feitas a propósito da arte românica. Começando pela própria denominação, que é uma concepção intelectual do século XIX. Dito de outro modo: aqueles que construíram Conques não pensavam fazer arte românica, mas sim arquitectura contemporânea…



O segundo documentário sobre a Catedral de Colónia, foi realizado por Richard Copans em 2012:

Começada em 1247, a Catedral de Colónia será concluída em 1880 após uma interrupção das obras que durará mais de 300 anos.

Atravessado por ogivas e arcobotantes, o filme explora o vocabulário arquitectónico do gótico e os seus processos construtivos. Revela os contributos da arquitectura de metal mais recente.
Mostra como esta catedral que encarna a unidade da Alemanha é ao mesmo tempo um arquétipo do gótico e um edifício do século XIX.




Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do auditório do Mosteiro da Batalha, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Mosteiro da Batalha

PROGRAMA:

4 de Maio, 19h00
Auditório do Mosteiro da Batalha
A Abadia de Sainte Foy de Conques
(2004, Stan Neumann, 25')
A Catedral de Colónia
(2012, Richard Copans, 26')

segunda-feira, 17 de abril de 2017

PROJECTAR N(O MOSTEIRO D)A BATALHA


O Mosteiro da Batalha acolhe a próxima sessão dupla da actividade PROJECTAR, no dia 4 de Maio, pelas 19h00, para uma viagem de descoberta às origens da arquitectura românica e gótica das catedrais da Europa, pelos exemplos da Abadia de Sainte Foy em Conques (França) e da Catedral de Colónia (Alemanha).



Mais informações em breve.

sábado, 15 de abril de 2017

CADERNOS DE VIAGEM DE ABRANTES

Desenho, Literatura, Fotografia, Vídeo, Jornalismo e Multimédia


ENCONTRO DE CADERNOS DE VIAGENS
No dia 22 de abril, entre as 10h e as 15.30h, participantes na exposição coletiva e na residência artística, vão sair da Biblioteca e “viajar” pela cidade de Abrantes, desenhando, escrevendo sobre ela, fotografando, filmando, vivendo-a como mais lhes agradar.
A ação é aberta a todos os que nela queiram participar, bastando para isso entrar em contacto com a Biblioteca Municipal António Botto (241 330 100 teclas 6/2).
No regresso à biblioteca (15.30h) será feita a partilha dos trabalhos desenhados.

MASTERCLASS com Pedro Cabral e apresentação do livro Abrantes: o caderno de Javier de Blas (imagens) e Miguel Real (textos)
Pelas 16h do dia 22 de abril, Pedro Cabral fará a apresentação do caderno que resultou da iniciativa do ano passado. A entrada é livre e aberta ao público em geral.

Entretanto, continuam a decorrer desde 10 de março até 29 de abril as restantes actividades desta iniciativa do Município de Abrantes, Biblioteca Municipal António Botto, com a colaboração da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitetos - Secção Regional do Sul
Comissário: Eduardo Salavisa

EXPOSIÇÕES:
BONECOS DE BOLSO EM ABRANTES, DE PEDRO CABRAL
De 10 de março a 29 de abril // Biblioteca Municipal António Botto
RISCAR A ARQUITETURA - ENCONTRO DE DIÁRIOS GRÁFICOS DE 2015
ENCONTRO DE CADERNOS DE VIAGENS DE 2016
Estas exposições são o resultado dos encontros já realizados nos últimos dois anos em Abrantes. São trabalhos que serão expostos em espaços públicos do Centro Histórico.

FEIRA DO LIVRO DE VIAGENS
De 10 de março a 29 de abril // Biblioteca Municipal António Botto
Em parceria com a livraria Ao Pé das Letras, durante este período decorre uma feira temática de livros de autores que escrevem sobre viagens.

Programa completo:

quinta-feira, 30 de março de 2017

10 ANOS DE ATELIER RUA
UM PERCURSO ENTRE O ZÊZERE E O TEJO


Visita à obra | Conferência
10 anos de Atelier RUA
Um percurso entre o Zêzere e o Tejo
7 de Abril, 18h30

Parque Tejo, Rossio ao Sul do Tejo - Abrantes

Tendo recentemente alcançado 10 anos de actividade, o atelier RUA tem desenvolvido uma grande parte da sua produção arquitectónica na região centro do país, em particular no território entre o Rio Zêzere e o Tejo. Nesta conferência o atelier RUA apresenta o conjunto de projectos que tem produzido para esta região singular, muitos deles não construídos e desconhecidos do público, numa proposta de percurso que se inicia com o Concurso Público Internacional para a Dinamização do Rio nas Margens do Médio Tejo (2006) - o primeiro concurso em que participa e cujo trabalho foi premiado - e termina no projecto para a adega "23" em Sarnadas do Rodão (2016), actualmente em construção.

PROGRAMA:
18:30
Visita guiada ao "Parque Tejo", Rossio ao Sul do Tejo - Abrantes
19:00 Apresentação do livro 1+1 Portuguese Architects - Atelier RUA
Conferência "10 anos de Atelier RUA - Um percurso entre o Zêzere e o Tejo"

Sítio do Atelier RUA.

quinta-feira, 23 de março de 2017

PROJECTAR #52



A 52.ª sessão da actividade PROJECTAR propõe um diálogo entre o tradicional e o moderno, entre o oriente e o ocidente, numa sessão dupla dedicada à casa Sugimoto, em Kyoto, exemplar de arquitectura tradicional japonesa do sec.XVIII, e ao pavilhão Alemão na Feira Internacional de Barcelona de 1929, do arquitecto Mies van der Rohe, e marca o regresso à Universidade da Beira Interior, na Covilhã, já no próximo dia 6 de Abril, pelas 19h00.



Ambos da série Architectures, o primeiro versa sobre uma casa tradicional japonesa, em Kyoto, e foi realizado por Richard Copans em 2007:

A Casa Sugimoto é uma grande casa de cidade - mais de 15 divisões - com um programa complexo, ligado à actividade familiar.

É uma bela casa tradicional no centro da cidade de Kyoto. Foi construída em 1743. Foi destruída no grande incêndio de 1870. Felizmente, num pequeno recanto escavado, debaixo do sobrado, os proprietários tiveram tempo de depositar o altar dos antepassados e de mergulhar na água do poço o livro das Nen-Chu-Gyoji, livro no qual são registadas as obrigações da casa. Este livro permitiu reconstruir a casa como ela era. Estamos em Kyoto, no bairro sudoeste que exibe os majestosos carros alegóricos do Festival de Gion, um dos raros bairros preservados de Kyoto: uma rectícula da cidade em ilhas, segundo os eixos Norte / Sul e Este / Oeste, uma recticúla adoptada no século VIII a partir da capital chinesa Chang’An. É a casa da família Sugimoto, que construiu a sua fortuna com o comércio de tecidos para Kimono. Actualmente, é ainda um Sugimoto que aí habita, um professor universitário.


O segundo documentário, realizado por Stan Neumann em 2009, é dedicado ao Pavilhão Alemão de Barcelona:

No livro dos recordes da arquitectura, o Pavilhão Alemão construído por Mies van der Rohe para a Exposição Universal de Barcelona de 1929, é detentor do da relação reputação por metro quadrado de construção.

Nunca um programa foi definido de forma tão estranha como o do Pavilhão. Para os patrocinadores oficiais, ele deve "representar a Alemanha actual, aquilo que nós fazemos, que nós somos e o que nós procuramos: a clareza, a simplicidade, a integridade." Para Mies van der Rohe, o pavilhão deve ficar totalmente vazio, para que o arquitecto possa fazer arquitectura. O seu único mobiliário, são as duas famosas "cadeiras Barcelona" desenhadas para o Rei e Rainha de Espanha. Esta espantosa equivalência entre grandeza e gratuitidade, este desprezo pelo simples uso considerado como declínio e queda, vai assombrar toda a arquitectura do século XX. Considera-se geralmente o Pavilhão como o auge da carreira alemã de Mies van der Rohe. Depois, diz-se, começou a sua segunda vida, a sua vida americana.




Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do Anfiteatro da Biblioteca da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Universidade da Beira Interior

PROGRAMA:

6 de Abril, 19h00
Anfiteatro da Biblioteca da Universidade da Beira Interior, Covilhã
A Casa Sugimoto
(2007, Richard Copans, 26')
O Pavilhão Alemão de Barcelona
MIES VAN DER ROHE

(2009, Stan Neumann, 26')

terça-feira, 21 de março de 2017

HÁ DEZ ANOS - LANÇAMENTO DO PAPELPAREDE 01º EXPOSIÇÃO E CONFERÊNCIA SOBRE O TEMA CASA

21 de Março de 2007 foi dia de lançamento da publicação PAPELPAREDE 01º, com o tema "CASA", no âmbito do qual se realizaram a inauguração da exposição PRÉMIO VILA UTOPIA MORADIA 13 e uma conferência sobre o mesmo tema, organizadas pelo Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.

(Clique nas imagens para ver mais)

A exposição PRÉMIO VILA UTOPIA MORADIA 13 foi resultado de um concurso lançado a estudantes de arquitectura promovido pela Wise Investimentos Imobiliários, promotores do empreendimento Vila Utopia, em Carnaxide, com coordenação do arquitecto Manuel Aires Mateus, para a realização de uma moradia no lote 13, cujo 1.º Prémio foi atribuído a Olga Cristina Salina Carvalho e Marcelo Sousa Dantas.

Apresentado pelo presidente do Núcleo do Médio Tejo, arq.º Rui Serrano, este número do PAPELPAREDE contou com colaborações de profissionais de diversas áreas com várias abordagens do tema, e projecto gráfico de Paulo Passos.
A conferência que se seguiu contou com os arquitectos Michele Cannatà (Cannatà & Fernandes) e Antón García-Abril (Ensamble Studio), com textos incluídos neste PAPELPAREDE, que vieram desenvolver o tema CASA através das suas obras, com apresentação e moderação da arquitecta Maximina Almeida, professora na Universidade Lusíada.
Aqui fica o video de parte da conferência (até à altura em que acabou a bateria da câmara...).




o lançamento do PAPELPAREDE contou com o apoio da revista +Arquitectura/Editora Arcatura, que teve uma banca com as suas publicações no local, o patrocínio da AMS Publicidade, e o inestimável suporte do Município de Vila Nova da Barquinha, que para além de disponibilizar o espaço, providenciou transporte para os estudantes do curso de arquitectura da Universidade Lusíada que estiveram presentes. O dia terminou no Bar-Discoteca Destilaria, em Torres Novas, que assim também se associou a este evento.
A exposição esteve patente ao publico até ao dia 27 de Março.